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Sábado, 08 Agosto 2020

Futebol Profissional: Henan, atacante da região aguarda a volta do futebol

Henan na Ferroviária
Henan no Red Bull Brasil

O atacante Henan Faria Silveira, de 33 anos, é casado, nasceu em São Paulo, em 3 de abril de 1987, mas foi criado pelo pai Messias e a mãe, Ana, em Bom Jesus dos Perdões, junto com o irmão, Heber. Atualmente mora em São Paulo.

Começou a carreira profissional na Suíça, em 2006, no FC Lugano, onde ficou dois anos. Voltou para o Bragantino em 2008, passou pelo SEV Hortolândia, até chegar ao Red Bull Brasil (Campinas), clube em que é o maior artilheiro da história com 53 gols em 99 jogos, campeão da Série A-3 em 2010, artilheiro da Copa Paulista 2010 com 15 gols e o acesso da Série A-2 para o Paulistão em 2014, vice-campeão. Jogou três temporadas na Coréia do Sul. Artilheiro da Copa Paulista no São Bernardo em 2014, com 11 gols e campeão catarinense em 2018, no Figueirense e fez 21 gols em 60 jogos.

Aonde começou a jogar quando criança?
"Em Perdões, na várzea até os 17 anos; em Atibaia, na Secretaria de Esportes e participava de Regionais. Fui para o Ituano, juvenil, depois para o União Barbarense, nos juniores, no Paulista tinha feito bastante gols, ia subir para o profissional para jogar a Série B, mas veio a proposta para a Suíça e acabei saindo com 18 anos".

Como foi a passagem pelo Bragantino?
"Era o Veiga o treinador, tinha 21 anos, o Bragantino tinha o Nunes, não tive muito espaço, o Serjão, auxiliar do Veiga foi para o SEV Hortolândia e me chamou, estava pensando em parar, jogando a última divisão do Paulista, mas graças a Deus fiz gols na Bezinha e surgiu o interesse do Red Bull".

E no Red Bull?
"Tenho um carinho muito grande, abriu as portas para mim, fui campeão pela primeira vez no profissional".

Jogou aonde na Coréia do Sul?
"No Jeonnam Dragons, Gangwon e Jeju United. Boas passagens, fiz bastante gols, me adaptei bem".

E no Figueirense?
"Tenho um carinho grande, identificação muito grande com a torcida, tenho minha história marcada no clube, infelizmente não foi possível o acesso esperado na época, um time bom, carinho também pela cidade".

Estava na Ferroviária?
"Disputei o Paulistão e a Copa do Brasil, meu contrato encerrou em 30 de abril e devido à pandemia não renovamos, as questões financeiras devem ter pesado".

Como tem feito para manter a forma?
"Exercícios em casa, quando posso vou correr na rua, não é o suficiente para estar bem fisicamente, contratei um personal, está me ajudando".

E as propostas?
"Esperando definição dos campeonatos nacionais, com isso estudar as propostas, clubes da Série B e de fora, a gente está vendo a melhor proposta junto com meu empresário".

Jogou no Red Bull e no Bragantino, como analisa essa união?
"O Bragantino vai entrar de vez para o cenário brasileiro, ganhou muito com a parceria na questão financeira, gestão, será uma das potências do futebol brasileiro. Fiquei feliz por ser da região, clube com a história que tem disputando o Brasileirão e brigando por coisas grandes".

Deixe uma mensagem as pessoas da região que gostam de você, ok?

"Agradeço o carinho, as mensagens, toda vez que faço gol meus amigos de infância mandam mensagens. Fiquem com Deus".

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